sábado, 18 de novembro de 2017




Uma rara foto da inauguração do Centro Espírita São Luiz, em São Vicente, SP, às 15 horas de sábado, 25 de agosto de 1917. A instituição beneficente, foi fundada no domingo, 12 de agosto de 1917 e mantida pelo famoso médium de efeitos físicos Carmine Mirabelli.

ESTRANHO FENÔMENO DE BILOCAÇÃO. "Conta-se que certa vez ele estava, com um grupo de pessoas na Estação da Luz em São Paulo e pretendia viajar para Santos. Um pouco antes de o trem sair ele desapareceu, para assombro de todos, sendo cientificada a sua presença em São Vicente, mais tarde, por telefone, ficando provado que ele foi encontrado na cidade que distava 90 Km da Estação da Luz, exatamente dois minutos após o seu desaparecimento". Fonte: Coleção Carmine Mirabell- Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Editora Francisco Spinelli.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Arquivos fotográficos do IBGE


Vista aérea a partis das Vilas São Jorge e Cascatinha


 Monumento do Soldado Constitucionalista ( original, soldado assustado) nos anos 1970


 Igreja Matriz nos anos 1980, antes da restauração em estilo colonial.


 Ponte do Mar Pequeno, anos 1980


  Gonzaguinha visto do Morros dos Barbosas, anos 1970


 Praça 22 de janeiro nos anos 1940


Praça João Pessoa (busto de Benedito Calixto), anos 1960


Biquinha em dia aglomeração de turistas, nos anos 1970


 Ilha Porchat, nos 1960


 Ponte Pênsil nos ano 1960


Hospital e Maternidade São José nos anos 1960.


Correios e Telégrafos na Praça Coronel Lopes nos anos 1970.


  Itararé e Ilha Porchat nos anos 1940


 Baía de São Vicente, Gonzaguinha e Boa Vista nos anos 1960.


Praça Coronel Lopes nos anos 1970. Lanchonete Pata-Pata


 Vista aérea do Itararé e Boa Vista nos anos 1960.


 Gonzaguinha nos anos 1950


Boa Vista, Itararé e Gonzaguinha nos anos 1960.


 Boa Vista nos anos 1950


Ilha Porchat nos anos 1950


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Vila dos Pescadores e Mar Pequeno


Mar Pequeno e antiga Vila dos Pescadores no início do século passado. Fonte: São Vicente de Outrora.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Gonzaguinha nos anos 1960


"O Gonzaguinha no início dos anos 60, com os trilhos do bonde e águas de um azul límpido. Na época o local também era conhecido como Praia de São Vicente, denominação que caiu em desuso há cerca de 40 anos". Fonte: São Vicente de Outrora

sábado, 8 de abril de 2017

WALDIR RUEDA (1966-2011), historiador e memorialista



Waldir Rueda Martins foi um dos mais atuantes defensores da preservação do patrimônio histórico da Baixada Santista na última década. Paulistano, veio para o litoral ainda jovem, onde graduou-se em História. Era membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente e atuou como professor de história na rede estadual de ensino de Santos. Era também um dos editores mais atuantes do Novo Milênio, site digital no qual publicou precioso acervo de documentos escritos e iconográficos da Capitania e da história contemporânea de São da Vicente, bem como dos municípios que foram gerados a partir da vila colonial vicentina. Como muitos outros historiadores Waldir defendia a ideia de que a região deveria ser chamada de Baixada Vicentina e não santista, por causa da antiguidade e originalidade política da vila de São Vicente. 

Sobre a suas atividades culturais na cidade de Santos, o site da Fundação Memória de Santos reconheceu grande importância como agente memorialista, quando fez para essa instituição a doação do seu acervo pessoal de livros e documentos. 

“Notabilizou-se pelo tanto na pesquisa da memória regional, como na defesa de seu patrimônio histórico. Envolvia-se profundamente nos projetos que encetava, e utilizando-se do respeitável acervo de documentos e informações que acumulou desde a infância, divulgava-os amplamente através da mídia, conquistando quase sempre a simpatia popular e resultados surpreendentes”

E sobre a história santista, ressaltou:

“Dentre a extensa lista de realizações que Rueda levou a cabo nos seus 44 anos de vida, o livro ” Braz Cubas – Homenagem a uma vida “lançado em 2008, foi certamente a obra que deixou registrada toda a sua capacidade como pesquisador e historiador, resultado de mais de seis anos de investigação, busca em arquivos pelo Brasil e Portugal, e até escavações arqueológicas, sua primeira obra literária comprovou sua vocação e preencheu uma grande lacuna na história de Santos e região. Nos últimos meses de sua vida, Wlaldir Rueda estava trabalhando como coordenador de pesquisa da revista do Instituto Histórico e Geográfico de Santos, o Almanaque de Santos”. 

No livro de ficção “Estação Amizade”, o autor Dalmo Duque dos Santos criou um personagem especialmente para homenagear o historiador, denominado “Waldir R.”, pesquisador misterioso que ajuda o protagonista da história a desvendar o caso de jovens estudantes perseguidos durante o regime militar e depois envolvidos numa trama internacional de espionagem.

Waldir Rueda faleceu em Santos, dia 21 de agosto de 2011, aos 44 anos de idade. 




segunda-feira, 3 de abril de 2017

Casa do Professor no Boa Vista


Casa do Professor na rua Onze de Junho esquina com rua Messia Assú. Colônia de Férias de Lazer da Liga do Professorado Católico de São Paulo. A entidade está reconstruindo sua memória na cidade por meio de fotografias e arquivos, segundo informa a Professora Flávia Fiore, da equipe de historiadores e educadores do LPC. O grupo já protocolou no Condephasv requerimento solicitando estudo de tombamento da sede da entidade no bairro Boa Vista.


Casa do Professor, frontal na rua Onze de Junho, em 1944. A placa informa obras da Construtora Polydoro Bitencourt & G.L. Acervo: Liga do Professorado Católico de São Paulo.


Casa do Professor, lateral na rua Messia Assú, em 1944. Acervo: Liga do Professorado Católico de São Paulo.


Diretores da Liga do Professorado Católico com autoridade clerical nos anos 1960. Acervo: LPC São Paulo

Café na Casa do Professor. Boa Vista. Anos 1960. Acervo: Liga do Professorado Católico de São Paulo.


Diretoria da Liga do Professorado Católico em visita a São Vicente, 1966. Acervo: LPC São Paulo.



ONTEM E HOJE

domingo, 22 de janeiro de 2017

Pindorama vicentina e os degredados


Querendo saber o motivo de tantas lutas e derramamento de sangue na Europa do século XV, Jesus ouviu de um dos seus assessores que, apesar de tudo, os movimentos bélicos despertariam novas atividades humanas e também iria proteger os lugares sagrados, da época da sua estada na Terra. E o Mestre questionou: "Mas qual lugar na Terra não é sagrado, Helil"?

E foram conhecer a América, da qual lhe falara o seu entusiástico preposto, sobre a tão sonhada renovação do planeta.

"E onde fica a região onde meu coração indica novas lutas intimas e muitas esperanças para os que sofrem na Terra"? Perguntou Jesus.

Helil respondeu prontamente: "Senhor, este lugar fica mais para o Sul".

E vendo a magnitude pura da natureza e a simplicidade dos silvícolas que ali viviam, Jesus ordenou: "Para essa terra será transplantada a árvore do meu Evangelho. Virão para cá as almas simples e laboriosas da Europa e também as que já fortaleceram o coração na senda das provações e hoje labutam nas lutas tribais do contingente africano.

E tu, Helil, te corporificarás entre os lusitanos, antigos fenícios, para que inicie sob seu comando as conquistas a que estão destinados e também os compromissos que doravante devem desempenhar no mundo. Os degradados, com suas dores profundas da solidão e do desterro, serão os primeiros convocados"

Adaptado de Chico Xavier-Humberto de Campos. Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.

sábado, 21 de janeiro de 2017

As vilas da Capitania de São Vicente - Séculos 16 ao 18





Em fins do século XVIII, a Capitania de São Vicente englobava o atual estado do Paraná, parte de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, apresentando um conjunto de cerca de 34 núcleos elevados à categoria de vila e uma cidade.

1532 - São Vicente 

1545 - Vila Porto de Santos

1560 -  São Paulo dos Campos de Piratininga (cidade-1711)

1561 - N.S. da Conceição de Itanhaém

1577 - N.S. das Neves de Iguape

1600 - São João Batista de Cananéia

1611 - Santana de Mogymirim ( Mogi das Cruzes)

1625 - Santana de Parnaíba

1636 - São Sebastião

1637 - Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba

1645 - São Francisco das Chagas de Taubaté

1653 - N.S. da Conceição do Paraíba (Jacareí)

1649 - N.S. do Rosário de Paranaguá

1651 - Santo Antônio de Guaratinguetá

1655 - N.S. do Desterro do Campo Alegre de Jundiaí

1657 - N.S. da Candelária do Utu Guaçu (Itu)

1661 - N.S. da Ponte de Sorocaba

1693 - N.S. da Luz dos Pinhais de Curitiba

1705 - N.S. do Bom Sucesso de Pindamonhangaba

1767 - São José do Paraíba (São José dos Campos)

1769 - Itapeva da Faxina , São João Batista do Atibaia , São José do Mogymirim.

1770 - Sabaúna

1771 - N.S. dos Prazeres de Itapetininga, Santo Antônio das Minas do Apiaí ,Vila Nova de São Luis de Guaratuba

1774 - N.S. dos Prazeres de Lages (SC)

1785 - Cunha (antiga Freguesia do Facão)

1788 - N.S. da Piedade de Lorena

1797 - São Carlos (antiga Freguesia de N.S. da Conceição das Campinas do Mato Grosso de Jundiaí (Campinas) , Porto Feliz (antiga Freguesia de Araritaguabai) , Nova Bragança ( Bragança Paulista)
Antonina (Paraná)

1798 - Castro (antiga Freguesia de Santa Ana do Ipó –Paraná)


FONTE: Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno. Dilatação dos confins: caminhos, vilas e cidades na formação da Capitania de São Paulo (1532-1822)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Topographia da Vila de São Vicente por Benedito Calixto




TOPOGRAPHIA DA VILLA DE SÃO VICENTE DE 1852. ORGANIZADA POR BENEDITO CALIXTO. Baia de São Vicente as modificações que nella se tem operado desde a época da fundação da primitiva villa. 

BAÍA DE SÃO VICENTE: Margem do Canal em 1532; Margem da Barra do Norte em 1624.

I. Morros de Paranapuam, Prainha, Caminho e Praia de Paranapuam; Fortalezinha; Ruínas do Porto das Naus e Engenho de Jerônimo Leitão; Local da antiga Igreja de Nossa Senhora; Prainha.
II. Morro do Barbosas: Caminho do Porto; Porto Tumiaru; Chácara; Caminho dos Barreiros; Morrinho; Rio Sapateiro; Biquinha; Praia de São Vicente; Local onde existia a primitiva vila destruída pela maré em 1542.
III. Vila: Igreja Matriz e adro(1); Casa da Câmara e Cadeia(2); Pelourinho(3); Casa de Dona Mafalda(4); Casa do Capitão-Mor Aguiar (5); Casa de João Marcelino(6); Casa de Dona Sebastiana (7); Local Antiga Igreja de Santo Antonio (8); Local do Primitivo Collégio dos Jesuítas; Bica dos Padres (10); Casa do Martim Afonso(11). Caminho que passava pela Capela de São Jorge dos Erasmos fraldeando os morros do Sabooó até Chácara da Philosofia.
IV. Antigo Caminho para Santos. Este caminho passava pelo Voturuá; pelo Engenho de São Jorge dos Erasmos, subia pelo morro do mesmo nome descendo perto do Mosteiro de São Bento.
V. Praia do Itararé; Antiga Ilha do Sol, depois Ilha do Mudo e hoje Ilha Porchat; Morro do Itararé; Rio Itararé Pedra dos Ladrões.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

domingo, 19 de junho de 2016

Mar Pequeno, Bitarú e Japui (Prainha) nos anos 1960


Ponte Pênsil e Mar Pequeno antes da construção da ponte e da formação da favela do México 70. Acervo: Historiador PG (Claudio Sterque).

sábado, 11 de junho de 2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

Ponte Pênsil e Biquinha. Bico de Pena. Coluna de gastronomia na Folha de São Paulo





Praça Barão do Rio Branco nos anos 1970.


Casa modernista na Praça da Bandeira



São Vicente por Benedito Calixto


Praia de Itaquitanduva,


Praia da Biquinha. Pedras do futuro Marco.


Praia do Itararé. Riacho, Pedra da Feiticeira e ilha Urubuqueçaba.


Ponte Pênsil, lado ilha, Morro dos Barbosas


Ponte Pênsil, lado continente, Japui


Praias do Itararé e José Menino


Morro, Praia do Itararé  e trilho do bonde.


Casa de veraneio na Praia do Itararé.


Praias do José Menino e Itararé. Ilha Urubuqueçaba.


Morro dos Barbosas e a fundo a Baía de São Vicente. Abaixo, Morro dos Barbosa e caminho para o porto da Naus